Agricultura regenerativa no Brasil: desafios e avanços



No começo dessa semana, a Bayer divulgou que está no caminho para ampliar a agricultura regenerativa em mais de 400 milhões de acres em todo o mundo até meados da próxima década. Além dela, outras empresas globais estão adotando práticas semelhantes, como a Nestlé, Unilever e a General Mills. Nesse aspecto, a agricultura regenerativa promeve práticas que reduzem emissões de gases de efeito estufa e aumentam a produtividade.
 

Certo, mas por qual ângulo poderia cobrir este tema?
 

A principal dificuldade em adotar práticas de agricultura regenerativa é a transição inicial, que envolve custos, conhecimento, capacitação, infraestrutura, incertezas financeiras e falta de incentivo de mercado. Por outro lado, existem empresas, como a Vega Monitoramento, que utilizam tecnologia para ajudar empresas a adotarem essas práticas de forma eficiente, direcionando os esforços de maneira assertiva por meio do monitorameno em tempo real, diagnóstico socioambiental e gestão de riscos ambientais.

 

Estou à disposição para conectar você com nossos especialistas da Vega, que podem oferecer informações únicas sobre a agricultura regenerativa no Brasil e explicar todas as dificuldades e desafios que o país enfrenta nessa temática.

Nosso porta-voz é o Daniel Caiche, especialista em inteligência de Mercado de Carbono na Vega e professor de pós-graduação em ESG na FGV. Para ele, "é preciso um esforço conjunto para ampliar a agricultura regenerativa e reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEE). E a tecnologia, quando unida de outros recursos, pode auxiliar em muito nesse processo".

 

Caso a pauta tenha interessado e tiver mais dúvidas, só entrar em contato conosco! Também estou disponível para marcar entrevistas com o Daniel ou outro especialista da Vega sobre demais assuntos relacionados ao clima, sustentabilidade e agronegócio.

 

Assessoria