Clorito de sódio e dióxido de cloro impulsionam a produção no setor sucroalcooleiro


O Brasil está entre os maiores produtores e exportadores mundiais de açúcar e biocombustíveis. Prova disso é que o setor sucroalcooleiro foi um dos que mais contribuíram nas vendas do agronegócio nacional em 2023, com mais 4,6 bilhões de dólares, além de ter representado 35,3% das exportações do agro em São Paulo, de janeiro a setembro.


Para que a indústria sucroalcooleira continue em ascensão, é fundamental que as etapas de transformação da matéria-prima, as técnicas de manejo e o tratamento dos resíduos recebam atenção especial por parte das empresas. E é aí que soluções como o clorito de sódio e o dióxido de cloro contribuem diretamente com a cadeia produtiva, aumentando a eficiência dos processos e a qualidade final dos produtos.


"O setor sucroalcooleiro brasileiro está muito próximo do conceito de biorrefinaria, com o aproveitamento praticamente integral dos insumos utilizados para a produção de etanol, açúcar, biomassa para geração de energia, vinhaça para fertirrigação e levedura para nutrição animal", explica Phablo Carneiro, Analista Comercial do Grupo Sabará, única produtora de clorito de sódio da América Latina, por meio de sua unidade de negócio BioE.


"Ao empregar o dióxido de cloro no tratamento da água que alimenta o processo, permite-se um controle da contaminação microbiana no caldo, que se estenderá para o preparo de pé-de-cuba, onde haverá o reforço do controle de contaminação pelo uso do clorito de sódio solução. Todas estas etapas combinadas auxiliarão no aumento o rendimento do processo fermentativo", complementa.


O especialista ressalta que, pelo fato de o uso do dióxido de cloro não gerar subprodutos nocivos, a vinhaça que sobra da destilação do etanol também pode ser utilizada para fertirrigação sem qualquer risco de conter substâncias que possam ser prejudiciais para a lavoura.


"É comprovada a flexibilidade do uso do clorito de sódio ou do dióxido de cloro em todo o processo produtivo. Muitas vezes, a dosagem necessária dessas soluções é consideravelmente menor do que produtos químicos comumente utilizados nesse segmento, o que torna sua utilização economicamente vantajosa".


Mercado

As principais usinas sucroalcooleiras do Brasil estão localizadas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Juntos, esses estados concentram grande parte da produção de cana-de-açúcar nacional, devido às condições climáticas favoráveis e à tradição na cultura.


De acordo com Phablo Carneiro, a utilização do clorito de sódio está difundida pelo país, porém o mercado sucroalcooleiro ainda o confunde com o dióxido de cloro. "O clorito, na verdade, é o precursor para o dióxido de cloro, com características químicas e modos de aplicação diferentes".


"É necessário um trabalho de conscientização sobre as formas de aplicação, segurança e eficiência em relação às soluções de clorito de sódio e dióxido de cloro. Com o avanço da ciência e da tecnologia, vislumbramos a possibilidade de prolongar as safras e tornar a produção mais eficiente. Isso tem o potencial de impulsionar significativamente a indústria agrícola nacional. Posso afirmar que o Grupo Sabará, atualmente, tem capacidade para fornecer 100% do clorito de sódio que é consumido no Brasil", finaliza o especialista.


Soluções

As principais soluções oferecidas pelo Grupo Sabará para as usinas sucroalcooleiras são o clorito de sódio solução e as tecnologias de geração de dióxido de cloro, como:

• Geradores de dióxido de cloro: com capacidade de geração in loco de 0,5 a 25 kg/h;

•Sany-Plus Powder: trata-se do dióxido de cloro em pó, produto bicomponente para preparo de uma solução de dióxido de cloro a 3500 mg/L em apenas 15 minutos;

•Sany-Plus Stabilized: solução de dióxido de cloro estabilizado a cerca de 2000 mg/L pronto para uso.

Todas as soluções oferecidas permitem adaptação a cada necessidade de aplicação do dióxido de cloro em diversas etapas da indústria sucroalcooleira.


Assessoria